Grand Prix Junior - Ostrava

quarta-feira, 26 de setembro de 2018
Olá, tudo bem?

O quinto evento do Grand Prix Junior acontece em Ostrava, na República Checa, com 5 horas de diferença em relação ao horário de Brasília. As competições disputadas são masculino, feminino, pares e dança.

A página oficial do evento pode ser vista aqui. Os vídeos e transmissões ao vivo podem ser acompanhados pela página oficial do YouTube.











27/9/2018

6:30 - Dança curto




9:30 - Feminino curto




14:50 - Pares curto





28/9/2018



6:00 - Masculino curto




9:40 - Dança longo





12:50 - Pares longo





29/9/2018


6:00 - Feminino longo



11:50 - Masculino longo








Até mais!

















[tradução] Nova temporada, novas regras

domingo, 23 de setembro de 2018

Olá!

Hoje trouxemos uma tradução falando sobre as novas regras na patinação. Segue texto:




O 53º Congresso anual da International Skating Union aconteceu em junho, na cidade de Sevilha, Espanha.


Fonte


O evento de 5 dias juntou mais de 350 delegados de todas as nações ao redor do mundo para votar mais de 400 propostas. Delegados discutiram tópicos que vão desde o valor de um toe loop simples até especificações do uniforme da patinação de velocidade.

Na patinação artística, várias modificações foram aprovadas e elas vão moldar o esporte nos próximos dois anos e talvez até a temporada 2021/2022.

A mudança mais notável foi na escala da nota de execução (GOE) para cada elemento técnico. Antigamente havia 7 possibilidades - de -3 até +3 - mas agora ela aumentou para 11 possibilidades - de -5 a +5. Após o elemento técnico ser executado, os juízes assinalam o GOE baseado em uma lista de critérios. 

Para ganhar um +5 em um salto, por exemplo, o patinador vai precisar obedecer o critério de 5 de 6 pontos essenciais para elementos de salto. Quedas agora recebem um GOE -5.

O programa longo masculino e de pares foi reduzido em 30 segundos para se alinhar às categorias feminina e dança. Os programas competitivos para atletas sênior serão de 4 minutos (com tolerância de 10 segundos a mais ou a menos) e de 3:30 minutos (tolerância de 10 segundos para mais ou para menos).  Como consequência, os homens saltarão 7 vezes em vez dos 8 saltos da última temporada.

Pares não farão mais um solo/combinação de spins lado a lado.

Patinadores individuais também estarão limitados a repetir dois ou 3 saltos triplos ou quádruplos no programa longo, e em caso de quádruplos, somente um poderá ser repetido. Além disso, o valor de base dos triplos Axel e saltos quádruplos foi reduzido dramaticamente, conforme tabela abaixo:




No que pode ser referido como "regra Zagitova", o bônus para executar saltos na segunda metade de um programa foi redefinido. No programa curto, o patinador receberá um bônus no salto final se executado na 2ª metade do programa. No programa longo, esse bônus se aplica aos três últimos saltos, caso também sejam executados na metade final do programa.

Patinadores individuais não são mais obrigados a executar um passo ou outro movimento logo antes de um salto no programa curto.

A half loop não mais será listado como uma única rotação (1Lo) no protocolo. Em vez disso, o termo usado na patinação de roller, "Euler", aparecerá como 1Eu nos protocolos.

No que pode ser visto como um acordo acerca da necessidade de desenvolvimento na patinação de pares nos países membros, o número de times a competir no programa longo no Mundial aumentará de 16 para 20 no início dessa temporada.

Medalhas serão entregues nos campeonatos em ordem reversa ao que ocorre hoje em dia. A ordem de entrega será bronze, prata e depois ouro. A mudança alinha o esporte ao modo com que as medalhas são entregues nos Jogos Olímpicos. 

Mudanças na dança no gelo


A dança no gelo trará talvez as mais significativas mudanças nessa temporada. O programa curto foi substituído pela dança rítmica. A modificação é somente no nome, já que os patinadores continuarão realizando os padrões de dança com elementos técnicos similares como na temporada passada. Foi determinado que o nome dança rítmica estava mais alinhado com o espírito da competição.

Outra mudança se dá na forma como os twizzles serão julgados. Nessa temporada, cada patinador será julgado individualmente pela sua execução, ganhando seu próprio GOE. Os dois GOE serão somados e o time receberá esse valor final como pontuação.

Três novos padrões de dança foram adicionados ao catálogo da ISU, totalizando agora 33. "Tea Time Foxtrot", criado pela polonesa Sylwia Nowak, campeã por nove vezes; "Maple Leaf March", criado pelo time de técnicos com base canadense de Carol Lane e Juris razgulajevs; e a "Rhumba D´Amour", dos legendários campeões olímpicos de dança  Jane Torvill e Christopher Dean.

Três novos elementos técnicos serão introduzidos na dança essa temporada - um movimento de deslizamento coreográfico (choreographic sliding movement), uma sequência de passos de personagem coreográfico (choreographic character step) e uma combinação de sequências (combination sequence). 


O deslizamento coreográfico é uma nova opção de critério de elemento coreográfico no programa longo da dança tanto para juniores quanto para sêniores. É basicamente um deslizamento controlado pelo gelo com uma parte do corpo de cada parceiro.


A sequência de passos de personagem coreográfico serve para potencializar o tom do tipo de dança e não tem restrições em termos de conduções e passos. Ele deve simplesmente destacar a música.

Os patinadores sêniores devem realizar esse elemento no longo da dança, enquanto os juniores podem escolher usa-lo para satisfazer critérios de elementos coreográficos.

A combinação de sequências é um elemento requerido no longo da dança tanto para juniores quanto para sêniores, no qual os patinadores fazem turns de um pé simultaneamente enquanto não se tocam. Os patinadores podem escolher brackets, counters, rockers, ou twizzle, não sendo necessário ser o mesmo movimento para os dois, mas sim realiza-los ao mesmo tempo.

Houve duas mudanças notáveis nos "poderes e deveres gerais e específicos", aos quais os oficiais da ISU precisam se submeter, Telefones celulares, tablets e smart watches foram banidos de forma clara na bancada dos oficiais. Para manter a neutralidade e permanecer sem viés, os oficiais da ISU não podem servir como líderes de time em nenhum ponto da temporada em que eles foram apontados para o painel dos campeonatos ou Jogos Olímpicos.

Finalmente, a proposta mais absurda a passar foi a número 190, que diz: "todos os programas precisam ser patinados com música."

Comunicado de imprensa da ISU explica mais detalhadamente o novo sistema



Desde que o sistema de julgamento da ISU foi introduzido em competições internacionais, no ano de 2003, a ISU vem constantemente desenvolvendo e aperfeiçoando o sistema. O Congresso de 2018 da ISU adotou algumas importantes mudanças para adaptar o sistema ao desenvolvimento do esporte. Para ter mais possibilidades de avaliar a qualidade dos elementos executados pelos patinadores, o alcance da nota de execução (GOE) foi expandida de -3 a +3 para -5 a +5 em todas as categorias da patinação artística no gelo.
Agora existem um total de 10 notas de execução. Junto a GOE, a escala de valores de elementos foi criada, baseada em um princípio percentual. Cada passo a mais ou a menos no GOE significa uma variação de 10% nas categorias individuais e pares e de 16% na dança.

Nos individuais e pares, há 6 pontos principais que os juízes estão avaliando para conceder o GOE positivo para cada elemento. Quanto mais pontos forem alcançados, maior será o GOE. No entanto, para nota +4 e +5, os 3 pontos mais importantes são obrigatórios.

+1 - 1 ponto
+2-  2 pontos
+3-  3 pontos
+4-  4 pontos
+5 - 5 pontos ou mais


Em caso de erros, juízes reduzem o GOE dependendo do quão grande o erro é.

Por exemplo, os saltos tem os seguintes pontos principais de GOE:

1 Muito boa altura e distância
2 Muito boa decolagem e pouso
3 Facilidade na execução do todo (incluindo ritmo em uma combinação ou sequência)
4 Passos para o salto, com uma entrada inesperada ou criativa
5 Boa posição de corpo desde a decolagem até o pouso
6 Elemento combina com a música

Os pontos em negrito são os três mandatórios para +4 ou +5 GOE

As reduções por erros são:

Queda: -5
Pouso em dois pés, dando passo: -3 a -4
Dois three-turns entre saltos em uma combinação: - 2 a -3
Lâmina errada("e"): -3 a -4
 Lâmina sem clareza ("!"): -1 a -3
Downgrade ("<<"): -3 a -4
Rotação insuficiente ("<"): -2 a -3
Velocidade, altura ou posição no ar inadequadas: -1 a -3
Encostar no chão com as duas mãos: -2 a -3
Encostar no chão com uma das mãos ou o pé livre: -1 a -2
Perda de fluidez ou ritmo na combinação ou sequência: -1 a -2
Pouso ruim: -1 a -3
Decolagem ruim: -2 a -3
Longa preparação (telegrafar): -2 a -3

Para todos os elementos, os pontos positivos e erros foram identificados. Para os spins, por exemplo, os pontos positivos incluem:

Boa velocidade e aceleração durante o spin
Posições boas, controladas e claras
Facilidade na execução do todo
Manter um spin centralizado

Pontos negativos incluem:

Spin descentralizado: -1 a -3
Posição ruim ou esquisita: -1 a -3
Spin devagar ou perda de velocidade: -1 a -3

Para lifts, juízes contam como pontos positivos:

Muito boa decolagem ou pouso
Boa velocidade, fluxo e cobertura de gelo
Facilidade na execução do todo (incluindo rotação e mudança de posição)
Muito boa posição no ar
footwork suave para o homem
Elemento se adequa a música

E para reduzir o GOE por exemplo temos:
Problemas leves para o processo de lifting: -1 a -2
Problemas sérios no processo de lifting: -3
A mulher começa ou pousa em dois pés: -2

 Na dança no gelo, suavidade, elegância, originalidade e criatividade são aspectos importantes para o GOE positivas para os elementos. Musicalidade é um critério.
Juízes avaliam a clareza e firmeza dos passos e turns nos twizzles e sequência de passos, a velocidade através do gelo e manutenção da velocidade ou aceleração durante os elementos, como lifts, sequência de passos e spins, assim como linha de corpo e poses de ambos os parceiros. Aspectos negativos são tropeços (-2 por tropeço), perda de equilíbrio (-1), elemento que não reflete o personagem escolhido pelo ritmo (-1 a -2), execução ruim, difícil ou descontrolada (-1 a -2)

Como resultado da mudança nos GOE, as estatísticas foram zerados a partir da temporada 2018/19. Todas as estatísticas prévias agora são históricas.

O ISU Technical Committees Chai para categorias individuais e pares, bem como para dança, fornecem explicações detalhadas para como as GOE são determinadas em webnários que podem ser vistas pelo canal e ISU YouTube Development Channel, que pode ser visto aqui.




Grand Prix Junior - Richmond

quarta-feira, 12 de setembro de 2018
Olá, tudo bem?

O quarto evento do Grand Prix Junior 2018 acontece na cidade de Richmond, no Canadá, entre os dias 12 e 15 de setembro. As competições disputadas são masculina, feminina, pares e dança. A cidade está 4 horas mais cedo do que o horário de Brasília.

A página oficial do evento pode ser vista aqui e os vídeos podem ser encontrados no canal de YouTube oficial do Grand Prix Junior.


13/9/18

15:00 - Feminino curto




Vídeo

19:30 - Dança curto



Vídeo

21:45 - Masculino curto




Vídeo



14/9/18

16:00 - Pares curto




Vídeo

18:15 - Feminino longo




Vídeo


23:15 - Dança longo





Vídeo



15/9/18

16:30 - Masculino longo





Vídeo


20:10 - Pares longo





Vídeo 


Até mais!

Grand Prix Junior 2018 - Amber cup

quarta-feira, 5 de setembro de 2018
Olá, tudo bem?

O terceiro evento do Grand Prix Junior 2018 acontece na cidade de Kaunas, na Lituânisa, entre os dias 5 e 8 de setembro. As competições disputadas são masculina, feminina e dança.

Fonte

Kaunas tem 6 horas a mais que o horário de Brasília. A  página oficial do evento pode ser vista aqui. Os vídeos e transmissões ao vivo podem ser encontradas no canal oficial do Grand Prix Junior.


6/9/2018

8:15 - masculino curto





Vídeo

12:00 - Feminino curto




Vídeo


7/9/2018

8:30 - Dança curto



Vídeo

11:30 - Feminino longo



Vídeo


8/9/2018

6:00 - Masculino longo



Vídeo

9:45 - Dança longo


Até mais!

Grand Prix Junior 2018 - Copa da Áustria

quarta-feira, 29 de agosto de 2018


Olá, tudo bem?

O segundo evento do Grand Prix Junior de 2018 acontece na cidade de Linz, na Áustria. O fuso horário está adiantado em 5 horas em relação ao horário de Brasília. Essa etapa terá todas as modalidades.


Fonte



Os eventos serão transmitidos ao vivo pelo canal do YouTube oficial do evento, e os vídeos ficarão disponíveis após o término das competições. A página oficial do evento pode ser vista aqui.

Seguem os eventos no horário de Brasília:

www.isuresults.com/events/fsevent03111598.htm

30/8/18

9:00 - Dança curto





11:00 - Masculino curto






31/8/18



6:00 - Pares curto




8:30 -  Feminino curto






13:40 - Masculino longo




01/9/18

5:30 - Dança longo



8:00 - Pares longo




Vídeo


10:45 - Feminino longo



Vídeo




Até mais!


Grand Prix Junior - Bratislava

quarta-feira, 22 de agosto de 2018
Olá, tudo bem?

A temporada Grand Prix Junior de 2018 vai começar. A primeira parada é na cidade de Bratislava, na Eslováquia. Lá tem uma diferença de 5 horas em relação ao horário de Brasília. Essa primeira etapa terá todas as modalidades.



Como já é de costume, os eventos serão transmitidos ao vivo pelo canal do YouTube oficial do evento, e os vídeos ficarão disponíveis após o término das competições. A página oficial do evento pode ser vista aqui.

Seguem os horários e vídeos:


23/08/18


6:30 - Masculino curto

Ordem inicial





10:15 - Pares curto

Ordem inicial




11:45 - Feminino curto

Ordem inicial



Vídeo


24/08/18


6:30 - Dança curto

Ordem inicial





9:00 - Masculino longo

Ordem inicial




13:10 - Pares longo

Ordem inicial




25/08/18


5:45 - Dança longo

Ordem inicial




8:30 - Feminino longo

Ordem inicial





Até mais!

História dos patins

quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Olá, tudo bem?

Hoje vamos ver um pouco mais sobre a história dos patins. Como surgiu esse equipamento que não  serve apenas para a prática de esportes, mas também para locomoção em ambientes gelados?

Antigo patins de osso



Os sinais mais antigos de um patins datam de 3000 A.C., com a descoberta de um antigo patins feito de ossos de animais em um lago no norte da Europa. O objetivo desses primeiros equipamentos era facilitar a locomoção nos ambientes gelados, melhorando a fuga e a caça. Esses primeiros patins não tinham um fio, como conhecemos hoje, e a locomoção era auxiliada por um bastão, que dava o impulso inicial. Com o tempo, a madeira também passou a ser utilizada para deslizar no gelo.

Antigos patins de madeira



Em 1250, os holandeses substituíram o osso ou a madeira pelo ferro, permitindo que o impulso inicial pudesse ser dado pelos próprios patins em vez do bastão. Era um patins bem mais parecido com o que temos hoje.

Até o século XVII, os patins ainda eram usados principalmente para o transporte. Curiosamente, chegaram inclusive a fazer parte de uma guerra. Durante a batalha de Ijsselmeer, os holandeses se utilizaram da mobilidade dos patins para surpreender os espanhóis.

Mas tudo começou a mudar com a viagem do rei inglês Carlos II, que se interessou pelos patins e os levou para a Inglaterra. Lá ganhou força o uso dos patins para diversão. Os patinadores gostavam especialmente de desenhar figuras no gelo para se entreter. Em 1742, surgiu o primeiro clube de patinação, em Edimburgo, Escócia. Em 1830, um clube específico de patinação artística abriu em Londres.

Em 1772, Robert Jones escreveu o livro A Treatise on Skating, o mais antigo livro conhecido sobre patinação. Lá se faz uma distinção entre patinação artística e patinação de velocidade.


Em 1848, E. V. Bushnell desenvolveu patins com a lâmina presa diretamente na bota, em vez da plataforma entre os dois. Isso permitia que o patinador mudasse de direção sem perder as lâminas.

Lâminas de ferro com plataforma de madeira

O próximo passo da evolução veio do desenvolvimento das lâminas de aço. O americano Jackson Haines as desenvolveu em 1865. Mais tarde, ele desenvolveu o toe pick. A partir daí já era possível realizar os saltos, spins e outros elementos que vemos hoje.

Jackson Haines



Até aqui a patinação dependia do congelamento natural. O fato de termos uma pequena era do gelo durante o século XIX ajudou. O primeiro rink artificial, chamado Glaciarium foi construído na Inglaterra, em 1876. Apesar de bonito, ele tinha um grande defeito: o cheiro ruim, graças à mistura de substâncias usadas para fabricar o gelo, como gordura de porco e sal.

Gravura mostrando o Glaciarium



Por fim, temos a inovação trazida por John E. Strauss, um imigrante alemão que se fixou nos EUA. Em 1914, Strauss criou um patins mais leve e mais forte, graças às suas habilidades e técnicas em trabalhar o aço adquiridas durante o trabalho em um arsenal na cidade italiana de Nápoles.

Patins de velocidade de Strauss


Os patins continuaram se desenvolvendo e hoje temos uma grande variedade de botas e lâminas, cada vez mais leves, confortáveis e resistentes. 


Até mais!





Fontes:

http://www.mnopedia.org/multimedia/john-e-strauss-sr-inside-strauss-skate-shop

https://ice.riedellskates.com/2012/evolution-of-ice-skating

https://www.telegraph.co.uk/news/uknews/1573590/Scandinavians-invented-ice-skating-in-3000-BC.html

https://www.sciencefriday.com/articles/history-ice-skates/

https://www.thoughtco.com/history-of-ice-skates-1991654

https://www.washingtonpost.com/news/capital-weather-gang/wp/2016/01/13/cold-winters-fueled-the-ice-skating-boom-of-the-19th-and-early-20th-centuries-photos-and-prints/?noredirect=on&utm_term=.3363f2958ef1

https://www.smithsonianmag.com/smart-news/first-artificial-skating-rinks-looked-pretty-smelled-terrible-180963486/


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