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Spins | Ilusion e Butterfly

domingo, 23 de julho de 2017
Olá, tudo bem?

Hoje vamos terminar a parte de spins, vendo alguns movimentos que não são tratados isoladamente na pontuação, mas sim dentro de outras modalidades de spins.

Ilusion


Nesse movimento, o peso do corpo permanece em um pé, enquanto o pé livre gira acima do corpo, enquanto a parte da frente fica abaixada. Esse movimento é considerado como parte do camel spin para fins de pontuação.

Curiosamente, ele foi criado a partir de um erro na execução de um camel spin. A patinadora Jacqueline du Bief perdeu o controle na entrada do spin e acabou fazendo este movimento.

Um exemplo de ilusion pode ser visto aqui.



Butterfly


O butterfly pode ser facilmente aprendido após o patinador dominar o flying camel. É uma espécie de estrelinha com o corpo ficando horizontal ao gelo, assim como o flying camel. A diferença está no arco feito com as pernas acima do corpo bem após a decolagem.

Um exemplo de butterfly pode ser visto aqui. Geralmente é usada como entrada para o flying camel


Fonte


Assim terminamos a parte de spins. As outras postagens podem ser vistas aqui:

Spins - informações básicas

Camel Spin

Layback spin e Biellmann

Flying Spin e combinações

Glossário de patinação artística no gelo | spins


Até mais!

Glossário de patinação artística no gelo | spins

terça-feira, 11 de julho de 2017
Olá!

Hoje vamos dar continuidade ao glossário. A primeira parte foi sobre saltos. Dessa vez vamos listar termos relacionado aos spins. 


Spins

Biellmann spin: é uma posição na qual o patinador ergue a perna livre acima da cabeça e segura a lâmina.

Fonte


Camel spin: é um spin derivado das espirais (um elemento que seria o correspondente ao arabesco no balé).

 Fonte


Combinação de spins: duas ou mais posições de spin feitas em sequência.

Flying spin: são uma espécie de mistura entre saltos e spins. Os mais comuns são os flying camel spins e os flying sit spins.

 Fonte


I-spin: é um upright spin no qual o patinador ergue a perna livre formando uma posição de "I".

Fonte


Layback spin: o layback clássico é feito com um pé, enquanto o corpo se reclina para trás da cintura e com mãos acima da cabeça.

Fonte


Pancake spin: é um sit spin no qual o patinador dobra uma perna sobre a outra e posiciona o corpo por cima da perna.

Fonte


Scratch spin: é um upright spin no qual o patinador cruza a perna livre por cima do tornozelo da perna que está girando.

Fonte


Shotgun spin: é uma posição de upright spin na qual o patinador levanta a perna na frente do corpo, segurando o tornozelo.

Fonte


Shoot-the-duck: o patinador desliza agachado e levanta uma das pernas paralela ao gelo. É a posição básica do sit spin.

Fonte


Sit spin: essa modalidade de spin é feita com o corpo abaixado, e precisa de muita força muscular, principalmente na hora de se levantar. Um pré-requisito para os sit spins é um movimento chamado shoot of the duck, no qual o patinador aprende a patinar abaixado.

 Fonte


Spins (giros ou piruetas): giros com mais de uma rotação feitos com um ou dois pés.

 Fonte


Spins com mudança de pés: um spin no qual se muda a posição da lâmina interna de trás de um pé para a lâmina externa de trás do outro pé (ou vice versa), enquanto gira para a mesma direção.

Spins de dança: são os spins feitos pelas duplas de dança enquanto os dois parceiros seguram um no outro.

 Fonte


Spins de pares: é um spin no qual dois patinadores giram ao redor de um eixo enquanto seguram um no outro ou fazem o mesmo spin lado a lado. Os spins de pares diferem entre si pela posição (sit, camel, upright ou suas variações), pela direção das pernas livres dos parceiros (mesma posição ou posição oposta), pela perna da patinação (mesma ou oposta) e pelo jeito que um segura o outro (apenas um parceiro ou ambos se abraçam com mãos diferentes).

 Fonte


Upright spins: são os spins realizados com o corpo posicionado na vertical sobre o pé que está patinando.

 Fonte


Y-spin: é uma posição de upright spin na qual o patinador levanta a perna livre na vertical ao lado do corpo, criando um formato de "Y".

Fonte



Glossário | parte 1 (saltos)
Glossário | parte 2 (spins)

Flying Spin e combinações

quarta-feira, 28 de junho de 2017
Olá, tudo bem?


Hoje vamos falar mais sobre spins, abordando um pouco sobre os flying spins e das combinações.

Flying Spins


Os flying spins são uma espécie de mistura entre saltos e spins. Já falamos sobre a pontuação dos flying spins quando abordamos os diferentes tipos de saltos, agora vamos nos focar mais em mostrar como são e como os atletas os executam.

Para realizar um flying spin, o patinador deve saber realizar muito bem aquele tipo de spin de frente e de costas, além de saber o básico sobre saltos. Por exemplo, ao fazer um flying sit spin, o patinador deve dominar bem o sit spin normal. Apesar de parecer ser muito difícil, os flying spins não costumam ser uma técnica de difícil aprendizado para os patinadores que chegam ao ponto apropriado para executa-la.

Flying Camel

Fonte

 O flying camel é um salto com o fio externo do pé esquerdo, patinando para frente, com uma volta no ar e pouso no back camel spin.

O flying camel geralmente começa com o patinador no fio interno esquerdo, patinando para frente. É necessária uma boa postura dos braços e das costas. Para mudar a postura para o flying camel, o patinador abaixa os braços para frente e começa a mudar o peso para o pé direito. No fio interno do pé direito para frente, passa pelo three-turn, e o patinador gira no sentido anti-horário em um ângulo bem fechado. Depois, o patinador freia com força indo de forma intensa para o sentido horário. Isso cria a força para a decolagem.

Segue um exemplo de flying camel:


Flying Sit Spin

 

Fonte

 


O flying sit spin é realizado geralmente com o fio externo do pé esquerdo para frente, com uma rotação e meia e pouso de frente com um sit spin.

A preparação requer uma forte rotação no sentido horário. Após o crossover, o patinador muda o peso para o fio externo para frente e pisa fora do círculo, com a perna direita para trás. Os braços ficam para trás e a perna esquerda dobra bastante. Ao subir, o patinador tem a perna livre ao lado do corpo e os braços para frente. Quando sai do gelo, ele lança os braços para frente e depois volta. A perna esquerda deve estar reta e a direita para o lado. A descida é com a perna esquerda e o patinador deve estar preparado para o pouso e o spin.

Segue um exemplo do flying sit spin:


Flying Reverse Sit Spin


O flying reverse sit spin é bem parecido com o flying sit spin, com a diferença da mudança de posição da perna no ar e o pouso no fio externo para trás.

Segue um exemplo do flying reverse sit spin:



Death Drop


O death drop (também chamado de flying camel sit spin) é executado com o salto no fio externo esquerdo para frente, ficando o patinador na horizontal em relação ao gelo e pousando com o fio externo direito  para trás, com um sit spin básico. A preparação e a primeira parte da decolagem é parecida com a empregada no flying sit spin.

No ar, as pernas são estendidas em direções opostas e o corpo assume a posição horizontal ao gelo. Para preparar para o pouso, o patinador aponta para o gelo com o pé direito. O pouso se dá abaixando a cintura e alcançando a posição do sit spin.

Segue um exemplo do death drop:


Combinações


Como já foi dito, os spins muitas vezes são combinados. O princípio mais importante para a realização dessas combinações são a manutenção ou mesmo a aceleração da rotação durante as manobras. Isso requer movimentos rápido nas transições de braços e pernas. No caso da mudança do pé que se fixa no gelo, é criado um novo centro de rotação, mas ele deve ser o mais próximo possível do centro anterior.

A transição de uma posição para outra no mesmo pé em muitos aspectos pode ser até mais difícil do que com mudança de pé. Isso porque é muito mais difícil manter a velocidade na segunda posição.  O equilíbrio e a precisão nos movimentos são fundamentais. 


Há uma série grande de possibilidades nas combinações, o que acabaria fazendo com que a postagem ficasse grande demais. Destacamos apenas algumas das mais comuns:

Camel/back camel
 Sit/back sit
Camel/sit
Camel/layback
Camel/layback/back sit
Death drop


Assim terminamos mais uma parte sobre spins.

Até mais!




Layback spin e Biellmann

sábado, 6 de maio de 2017
Olá, tudo bem?

Hoje vamos continuar falando sobre os spins. Dessa vez, veremos os layback spins, uma espécie muito bonita e difícil de spin, além do Biellmann, um elemento muito marcante da patinação. É necessária grande flexibilidade e geralmente é realizado pelas mulheres, mas há homens que também executam bem o movimento.

Layback spin


O layback clássico é feito com um pé, enquanto o corpo se reclina para trás da cintura e com mãos acima da cabeça.

Fonte

A entrada do layback é feita de forma similar ao forward scratch spin, a não ser pela perna livre, que começa na frente e depois vai para trás do patinador.

Da posição do upright spin, a parte superior do corpo vai para a posição oposta da perna livre, até se posicionar atrás da perna que está patinando em uma posição aberta. A posição ideal da perna livre é bem atrás da perna que está patinando, com o joelho na mesma altura ou um pouco superior ao pé livre.

É possível encontrar uma série de vídeos explicando os passos até chegar ao spin no Youtube, como esse daqui.

As posições criativas durante o spin são encorajadas. Há uma lista de alguns padrões disponíveis com fotos nessa página.

O julgamento dos spins a fim de definir o nível depende de alguns fatores. Os fatores gerais são usados em qualquer spin e são os seguintes:

1 - Variações difíceis
2 - Mudança de pé por salto
3 - Salto sem spin sem mudança de pé
4 - Variação difícil da entrada do flying/pouso com o mesmo pé no salto ou mudança de pé no pouso com um flying sit spin
5 - Entrada de costas
6 - Mudança clara de lâmina
7 - Todas as três posições básicas em cada pé
8 - Ambas as direções imediatamente seguidas uma da outra no sit ou camel spin
9 - Claro aumento de velocidade no camel, sit, layback ou Biellmann
10 - Ao menos 8 voltas sem mudança de posição/variação de pé ou lâmina

Os padrões específicos do layback spin são:

 
1 - Mudança clara na posição com pelo menos 3 voltas em cada uma
2 - Biellmann bem após o layback


Alguns critérios para o spin receber GOE positivo são:

1 - Boa velocidade ou aceleração durante spin
2 - Habilidade de centrar o spin rápido
3 -  Rotação balanceada em todas as posições
4 - Número de giros mais do que requerido
5 - Boa posição
6 - Criatividade e originalidade
7 - Bom controle durante todas as fases
8 - Harmonia com a estrutura musical

Para GOE negativo são contados
1 - Queda (-3)
2 - Posição não atingida (-2 e -3)
3 - Tocar o solo com ambas as mãos (-2)

Pontuação

 

A pontuação é contada da seguinte forma:




Biellmann


O Biellmann leva o nome da patinadora Denise Biellmann, que popularizou o movimento na década de 70. Outras patinadoras já o haviam realizado antes, como Cecilia Colledge, em 1937.
Embora possamos dizer que o Biellmann é uma outra modalidade de spin, na pontuação não há uma tabela específica para o Billmann, que é computado como uma variação difícil do layback ou do upright. Sendo assim, a pontuação entra nas tabelas desses dois tipos de salto. 

O Biellmann é um dos elementos mais bonitos e mais marcantes da patinação artística, sendo frequentemente usado como símbolo para o esporte, como podemos ver abaixo.

Fonte

O elemento é muito mais utilizado por mulheres, já que demanda grande flexibilidade. Mas há alguns homens que também apresentam o spin em seus programas, como Yuzuru Hanyu.


Fonte

A entrada do Biellman é a mesma do forward scratch spin. Começa com o crossover de costas, com saída no fio interno do pé direito e o pé esquerdo estendido atrás do corpo. O pé livre entra no círculo em um ângulo forte na lâmina frontal externa. Após o início do spin, o pé livre se dobra para trás e o patinador segura a lâmina com a mão direita, elevando a perna cada vez mais para cima. A outra mão também vai até a lâmina para ajudar na elevação (embora exista uma variação de Biellmann com apenas uma mão). Há duas outras variações: o pé livre para frente e o pé livre para o lado.


Fonte
 
Fonte

Há alguns vídeos interessantes ensinando a fazer um Biellmann, como esse daqui. Dá para ter uma ideia do quão difícil é chegar até essa posição, sendo necessário treinar muito a flexibilidade primeiro.

Nesse vídeo aqui podemos ver spins Biellmann de vários atletas, incluindo uma execução com apenas uma das mãos.

Por hoje ficamos por aqui. Continuaremos a ver outros spins no futuro.

Até mais!



Camel Spin

quarta-feira, 1 de março de 2017
Olá, tudo bem?
Hoje vamos continuar falando sobre spins, e dessa vez escolhemos o camel spin. Ele é um spin derivado das espirais (um elemento que seria o correspondente ao arabesco no balé). Para visualizar melhor, podemos conferir algumas espirais apresentadas nas Olimpíadas de 2014 aqui.

Tipos de Camel Spin


Forward Camel

O forward camel começa com um back crossover. O último movimento é com fio interno do pé direito, o pé esquerdo livre atrás do corpo. O pé livre pisa no gelo para frente fazendo uma curva forte no fio externo. O peso do corpo deve ficar sobre os quadris.




Catch Foot Camel

É bem parecido com o forward camel spin, com a diferença de que o patinador vai segurar a lâmina da perna livre.





Back Camel

O back camel é similar ao forward camel, mas é feito com o outro pé com o fio externo.


Pontuação

A pontuação dos camel spins é a seguinte:





Por hoje ficamos por aqui. Em breve veremos outros tipos de spins.

Até mais!


Sit spin

sábado, 4 de fevereiro de 2017
Olá, tudo bem?

Hoje veremos mais uma variação dos spins, os sit spins. Essa modalidade de spin é feita com o corpo abaixado, e precisa de muita força muscular, principalmente na hora de se levantar.

Um pré-requisito para os sit spins é um movimento chamado shoot of the duck, no qual o patinador aprende a patinar abaixado. Ele é feito conforme o vídeo abaixo:






Pontuação e classificação


Os sit spins são classificados em forward sit spin e back sit spin.


Forward Sit Spin

O patinador começa com um back crossover, terminando no pé direito. Depois, o pé esquerdo entra em um círculo fechado feito com o fio esquerdo. O patinador vai se abaixando. Seus braços se estendem para frente, chegando na altura do tornozelo. A perna esticada fica paralela ao chão. O corpo fica abaixado em um ângulo de mais ou menos 60 graus da perna esticada.





Back Sit Spin

O back sit spin é similar ao forward sit spin, com a diferença que este é feito com o pé oposto e que a entrada é feita com fio externo de costas ou com um three turn com o pé direito no fio interno de frente.




A pontuação é a seguinte:


Spin sem mudança de pé



Flying spin



Exemplos de flying spin




Spin com mudança de pé e sem mudança de posição



Exemplo de spin com mudança de pé





 Bom, por hoje é só.
Estamos preparando mais posts sobre spins. Fiquem de olho. :)
Não deixem de checar também o outro post sobre spins que fizemos (clique aqui).
Até mais!


Spins - informações básicas

domingo, 14 de agosto de 2016
Olá, tudo bem?

Hoje vamos falar dos spins, traduzidos por giros ou piruetas. Antigamente me referia a eles como giros, mas a verdade é que me habituei tanto a falar em inglês que desisti de traduzir e vou falar direto spins. São elementos de grande beleza e que também garantem um bom número de pontos aos atletas, sendo computados em um esquema semelhante aos saltos.

Considerações Gerais


Os spins devem ser controlados, centralizados, rápidos e com boa posição. O patinador deve girar sobre um ponto e não andar sobre o gelo enquanto executa o movimento. O desenho feito no gelo deve ser feito conforme a linha verde abaixo, e não segundo a linha vermelha:

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Fonte


  O spin geralmente começa com um crossover de costas, terminando com patinação na lâmina direita interna. Depois, a lâmina esquerda pisa no centro do círculo formado pela curva da lâmina. A saída do spin é feita na mesma posição de pouso dos saltos.


Pontuação e classificação


A pontuação é feita de modo parecido com os saltos, mas levando em conta uma classificação diferente. Os spins são divididos entre upright spins, layback spins, camel spins e sit spins. Dentro desses grupos, há uma nova classificação entre 5 níveis: básico, 1, 2, 3 e 4, conforme o grau de dificuldade do spin. Na sigla que é demonstrada no protocolo de notas, o nível aparece no final. Vejam o seguinte protocolo, por exemplo:

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Fonte

O elemento 4 é o CCoSp4, o que significa que é um nível 4 do elemento abreviado por CCoSp, que é uma combinação de spins com mudança de pé,

Além disso, há alguns modificadores que influenciam diretamente na nota: spin com uma posição e sem mudança de pé, flying spin, spin com uma mudança de pé e sem mudança de posição e combinação de spins com mudança de posição e mudança de pé. Cada modificador desse traz uma nota diferente. Pode parecer meio complicado, mas vai ficar mais fácil conforme for explicando.

Upright spin


São os spins realizados com o corpo posicionado na vertical sobre o pé que está patinando.

A pontuação é a seguinte:


  Spin com uma posição e sem mudança de pé
 
SpinAbreviaturaNota base
Upright Level B USpB 1
Upright Level 1 Usp11,2
Upright Level 2 USp2 1,5
Upright Level 3 Usp31,9
Upright Level 4 Usp42,4


 Flying spin


SpinAbreviaturaNota base
Upright Level B FUSpB1,5
Upright Level 1 FUSp11,7
Upright Level 2 FUSp22
Upright Level 3 FUSp32,4
Upright Level 4 FUSp42,9



Exemplo de flying upright spin

 Spin com uma mudança de pé e sem mudança de posição

Spin Abreviatura Nota base
Upright Level B (F)CUSpB 1,5
Upright Level 1 (F)CUSp1 1,7
Upright Level 2 (F)CUSp2 2
Upright Level 3 (F)CUSp3 2,4
Upright Level 4 (F)CUSp4 2,9



Upright spin com mudança de pé


Essas são as variações do Upright spin:

Two-footed spin


É fácil de reconhecer e é o primeiro spin a ser aprendido. É feito com os dois pés girando no gelo.

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One-footed spin


Feito levantando um pé e girando com o outro.

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Fonte

Esta animação demonstra bem como é o spin.


Forward Open Spin



Parecido com o one-footed spin, exceto que a perna livre fica ao lado do corpo em vez de ficar dobrada.

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Fonte





Back Open Spin


É um espelho do  forward open spin, mas feito com o fio externo do pé direito, patinando para trás.

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Forward Scratch Spin


Começa como o Forward Open Spin, mas após algumas rotações, o pé livre cruza o outro pé e fica na posição que pode ser vista na figura abaixo.



Back Scratch Spin

É o back scratch spin, fazendo o mesmo cruzamento das pernas já comentado no salto anterior.




Cross Foot Spin



Os pés ficam cruzados logo de início, ao contrário dos tipos acima, no qual eles só se cruzam após algumas rotações.




Y Spin


Fonte




A mão segura o pé fora do chão, que está esticado para cima o máximo possível.


Mais para frente veremos os outros spin


Até semana que vem!































































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