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Grand Prix - Chelyabinsk

quinta-feira, 12 de setembro de 2019
Olá, tudo bem?


Fonte


A terceira etapa do Grand Prix Junior acontece em Chelyabinsk, Rússia, entre os dias 11 e 14 de setembro. As categorias que participam do evento são masculina, feminina, pares e dança. A página oficial do evento pode ser vista aqui. O evento será transmitido ao vivo pelo canal Junior Grand Prix, no YouTube. 
Abaixo estão os horários, vídeos e outras informações. 

 12/09/2019

5:15 Dança rítmica



Vídeo
Resultado

8:15 Pares curto


Vídeo
Resultado

11:00 Masculino curto


Vídeo
Resultado


13/09/2019

2:15 Feminino curto



Vídeo
Resultado

6:50 Pares longo



Vídeo
Resultado

9:00 Masculino longo



Vídeo
Resultado


14/09/2019

2:45 Dança longo



Vídeo
Resultado

6:00 Feminino longo



Vídeo
Resultado

Grad Prix Junior 2017 - Egna

quinta-feira, 12 de outubro de 2017
Olá, tudo bem?

O último evento do Grand Prix Junior acontece na cidade de Egna, na Itália, com 5 horas de diferença para o horário de Brasília. São disputadas as categorias masculina, feminina e dança. Nessa edição, haverá uma dupla de dança competindo pelo Brasil:  Karolina Calhoun/Michael Valdez

Fonte


A página oficial pode ser vista aqui e o resultado aqui.

Seguem os vídeos, horários e ordem de apresentação.


12/10/2017

10:00 - Dança curto

Vídeos



13:30 - Masculino curto

Vídeos



13/10/2017

9:30 - Feminino curto

Vídeo



14:30 - Dança longo

Vídeo



14/10/2017

8:00 - Masculino longo

Vídeo



12:45 - Feminino longo

Vídeo


Grand Prix Junior - Brisbane

quarta-feira, 23 de agosto de 2017
Olá, tudo bem?

Estamos começando o Grand Prix Júnior. A primeira etapa será na cidade de Brisbane, Austrália. entre os dias 23 e 26. As competições serão das categorias feminina, masculina e dança.

Fonte

A página do evento pode ser vista aqui e os resultados aqui

A seguir estão os horários, vídeos e ordem.

24/8

1:00 Curto feminino



Vídeo




4:45 Curto masculino


Vídeo



25/8

1:45 Curto dança


Vídeo


3:45 Longo masculino

Vídeo




23:30 Longo feminino

Vídeo




26/8

3:30 Longo dança

Vídeo





Até mais!



Review | Um casal quase perfeito 2

quinta-feira, 13 de julho de 2017
Olá, tudo bem?

Hoje vamos falar melhor sobre outro filme de patinação: Um casal quase perfeito 2 (The Cutting Edge: Going for Gold, de 2006).

Fonte


O filme narra a história de uma patinadora (Jackie) que sofreu uma lesão séria enquanto treinava na categoria feminina. Ela passa férias na praia e lá encontra um surfista/patinador inline (Alex) com quem tem um encontro. As coisas não dão certo, eles brigam e ela volta da viagem. Após voltar, Jackie resolve migrar para a categoria pares, mas tem uma grande dificuldade em encontrar um parceiro. É aí que ela encontra Alex, que migrou do inline para o gelo somente para fazer o teste. A partir daí, eles seguem entre brigas e momentos de ternura, dispostos a tentar o ouro nas Olimpíadas.

O filme é muito mais uma comédia romântica do que uma história sobre patinação, que é meio deixada de lado. O foco é totalmente na relação dos dois. Daí segue o episódio mais bizarro que eu já vi em um filme de patinação: um patinador inline treinar 3 meses com garotinhas de 10 anos e se tornar um patinador de gelo profissional, que inclusive tinha chances de ir às Olimpíadas. Sim, é um filme casual, mas isso é de um absurdo tão grande que me tirou completamente da história. Não houve cuidado nenhum em ser minimamente fiel ao esporte.

A parte da comédia não me empolgou muito também. Mas eu sou suspeito, já que tenho tendência a não gostar muito de comédia, principalmente comédia romântica. O ponto mais fraco é um personagem que é jogado no roteiro só para fazer um triângulo amoroso, mas que é tão apagado e gratuito que fiquei me perguntando o tempo todo de onde apareceu. A impressão é que foi um elemento colocado de última hora, que não foi nem um pouco desenvolvido.

Para não dizer que só falei mal, os atores principais até que tem alguma química. Pena que não tiveram um roteiro melhor para ajuda-los.

O filme é uma sequência de The Cutting Edge, de 1992. Ainda não vi esse, mas parece que o filme fez um certo sucesso na época.

Enfim, é um filme que vale para passar o tempo, mas está longe de ser uma obra prima. A não ser que você seja como eu e não consiga esquecer dos 3 meses treinando com menininhas iniciantes.

Para ver mais posts sobre filmes clique aqui (review do filme sonhos no gelo), aqui (lista com filmes de patinação) e aqui (filmes de patinação disponíveis na Netflix).


Até mais!

Sui Wenjing e Han Cong

domingo, 9 de julho de 2017
Olá, tudo bem?

Hoje vamos falar sobre o par chinês Sui Wenjing e Han Cong.


Fonte

Sui Wenjing e Han Cong nasceram na cidade de Harbin, no nordeste da China. Começaram a patinar com 6 anos, influenciados pelas Olimpíadas de 2002, na qual o par chinês Shen Xue/Hongbo Zhao obtiveram a medalha de bronze. Eles começaram a parceria em 2007. Sui não tinha nenhuma experiência anterior na categoria pares, mas Han teve outra parceira anteriormente, embora não tenha sido possível localizar o nome.

Em 2009-2010, o par venceu o campeonato chinês, o Grand Prix Junior e o Mundial Junior. Em 2010-2011, eles estrearam no sênior com um bronze na final do Grand Prix, além de vencer novamente o campeonato chinês. Nos juniores, venceram uma etapa do Grand Prix Junior e o Mundial.

Nessa mesma temporada, eles se envolveram em uma controvérsia relacionada à idade. Segundo a página da federação chinesa, Sui nascera em maio de 1997, enquanto no registro da ISU sua data de nascimento é de julho de 1995. Han tinha a data de março de 1989, enquanto na ISU constava agosto de 1992. Esse mesmo problema aconteceu com alguns outros patinadores chineses. No caso deles, isso levantava questões importantes, pois faria com que Han fosse velho demais e Sui nova demais para participar de algumas competições no júnior. A Federação Chinesa alegou que a discrepância fora causada por um erro interno e que a idade correta era aquela registrada junto à ISU.

Em 2011-2012, o par continuou se dividindo entre as competições júnior e sênior. Nas primeiras eles obtiveram vitórias na final do Grand Prix e no Mundial Júnior. Já entre os profissionais, o ponto alto foi a vitória no Campeonato dos Quatro Continentes, a primeira deles em um grande evento sênior. A temporada 2012-2013 foi marcada por uma lesão, que deixou o par longe dos primeiros lugares. Sui teve uma inflamação em um osso.

Na temporada olímpica de 2013-2014, os resultados nos eventos do Grand Prix e o segundo lugar no campeonato chinês não foram o suficiente para que eles fossem selecionados para o time que foi para Sochi (a China só tinha uma vaga nos pares para as Olimpíadas). Apesar disso, eles conseguiram vencer o Campeonato dos Quatro Continentes pela segunda vez na carreira. Já em 2014-2015, o par teve um bom desempenho no Grand Prix (medalha de bronze) e no Mundial (medalha de prata).

Em 2015-2016, o par passou por uma situação difícil. Sui teve uma séria lesão bem no início da temporada e teve que fazer cirurgia nas duas pernas. Segundo ela, foi necessário reaprender a andar após o procedimento. Enquanto isso, Han tentou treinar sozinho.

Por fim, Sui voltou aos treinos. Segundo ela, a experiência fez com que valorizasse mais a patinação. Eles voltaram às competições no Campeonato dos Quatro Continentes, vencendo pela terceira vez a competição. Mas o mais importante foi a vitória no Mundial, com um programa longo emocionante. Com o resultado, o par ainda ajudou a garantir 3 vagas para China, o que torna mais fácil a classificação deles para as Olimpíadas.


Fonte


Muito se especula sobre um relacionamento entre os dois, já que não é incomum na China que duplas de dança ou pares acabem formando um casal. No entanto, não parece ser o caso deles. Embora sejam muito próximos, eles são apenas amigos.


Por hoje ficamos por aqui.

Até mais!


Flying Spin e combinações

quarta-feira, 28 de junho de 2017
Olá, tudo bem?


Hoje vamos falar mais sobre spins, abordando um pouco sobre os flying spins e das combinações.

Flying Spins


Os flying spins são uma espécie de mistura entre saltos e spins. Já falamos sobre a pontuação dos flying spins quando abordamos os diferentes tipos de saltos, agora vamos nos focar mais em mostrar como são e como os atletas os executam.

Para realizar um flying spin, o patinador deve saber realizar muito bem aquele tipo de spin de frente e de costas, além de saber o básico sobre saltos. Por exemplo, ao fazer um flying sit spin, o patinador deve dominar bem o sit spin normal. Apesar de parecer ser muito difícil, os flying spins não costumam ser uma técnica de difícil aprendizado para os patinadores que chegam ao ponto apropriado para executa-la.

Flying Camel

Fonte

 O flying camel é um salto com o fio externo do pé esquerdo, patinando para frente, com uma volta no ar e pouso no back camel spin.

O flying camel geralmente começa com o patinador no fio interno esquerdo, patinando para frente. É necessária uma boa postura dos braços e das costas. Para mudar a postura para o flying camel, o patinador abaixa os braços para frente e começa a mudar o peso para o pé direito. No fio interno do pé direito para frente, passa pelo three-turn, e o patinador gira no sentido anti-horário em um ângulo bem fechado. Depois, o patinador freia com força indo de forma intensa para o sentido horário. Isso cria a força para a decolagem.

Segue um exemplo de flying camel:


Flying Sit Spin

 

Fonte

 


O flying sit spin é realizado geralmente com o fio externo do pé esquerdo para frente, com uma rotação e meia e pouso de frente com um sit spin.

A preparação requer uma forte rotação no sentido horário. Após o crossover, o patinador muda o peso para o fio externo para frente e pisa fora do círculo, com a perna direita para trás. Os braços ficam para trás e a perna esquerda dobra bastante. Ao subir, o patinador tem a perna livre ao lado do corpo e os braços para frente. Quando sai do gelo, ele lança os braços para frente e depois volta. A perna esquerda deve estar reta e a direita para o lado. A descida é com a perna esquerda e o patinador deve estar preparado para o pouso e o spin.

Segue um exemplo do flying sit spin:


Flying Reverse Sit Spin


O flying reverse sit spin é bem parecido com o flying sit spin, com a diferença da mudança de posição da perna no ar e o pouso no fio externo para trás.

Segue um exemplo do flying reverse sit spin:



Death Drop


O death drop (também chamado de flying camel sit spin) é executado com o salto no fio externo esquerdo para frente, ficando o patinador na horizontal em relação ao gelo e pousando com o fio externo direito  para trás, com um sit spin básico. A preparação e a primeira parte da decolagem é parecida com a empregada no flying sit spin.

No ar, as pernas são estendidas em direções opostas e o corpo assume a posição horizontal ao gelo. Para preparar para o pouso, o patinador aponta para o gelo com o pé direito. O pouso se dá abaixando a cintura e alcançando a posição do sit spin.

Segue um exemplo do death drop:


Combinações


Como já foi dito, os spins muitas vezes são combinados. O princípio mais importante para a realização dessas combinações são a manutenção ou mesmo a aceleração da rotação durante as manobras. Isso requer movimentos rápido nas transições de braços e pernas. No caso da mudança do pé que se fixa no gelo, é criado um novo centro de rotação, mas ele deve ser o mais próximo possível do centro anterior.

A transição de uma posição para outra no mesmo pé em muitos aspectos pode ser até mais difícil do que com mudança de pé. Isso porque é muito mais difícil manter a velocidade na segunda posição.  O equilíbrio e a precisão nos movimentos são fundamentais. 


Há uma série grande de possibilidades nas combinações, o que acabaria fazendo com que a postagem ficasse grande demais. Destacamos apenas algumas das mais comuns:

Camel/back camel
 Sit/back sit
Camel/sit
Camel/layback
Camel/layback/back sit
Death drop


Assim terminamos mais uma parte sobre spins.

Até mais!




Informações importantes para a próxima temporada

quarta-feira, 21 de junho de 2017
Olá, tudo bem?

Saiu uma postagem da International Figure Skating com várias informações interessantes para a próxima temporada. O original está aqui.  Segue abaixo a tradução de alguns trechos.

Fonte

Calendário do Grand Prix


2017-2018

Rosteecom Cup - Moscou - 20 a 22 de outubro
Skate Canadá - Regina - 27 a 29 de outubro
Cup of China - Pequim - 3 a 5 de novembro
NHK Trophy - Osaka - 10 a 12 de novembro
Trophée de France - Grenoble - 17 a 19 de novembro
Skate America - Lake Placid - 24 a 26 de novembro
Final - Nagoya, Japão - 7 a 10 de dezembro

2018-2019

Skate America - 19 a 21 de outubro
 Skate Canadá - 26 a 28 de outubro
Cup of China - 2 a 4 de novembro
 NHK Trophy - 9 a 11 de novembro
Trophée de France  - 16 a 18 de novembro
Rosteecom Cup - 23 a 25 de novembro
 Final - Vancouver, Canadá - 6 a 9 de dezembro

Pontuação técnica mínima para participar dos eventos


Europeu, 4 Continentes e Olimpíadas

                 curto/longo
Masculino 25,00/45,00
Feminino 20,00/36,00
Pares 20,00/36,00
Dança 19,00/29,00

Mundial

                    curto/longo
Masculino 34,00/64,00
Feminino 27,00/47,00
Pares 25,00/43,00
Dança 29,00/39,00

Mundial Júnior

                    curto/longo
Masculino 20,00/42,00
Feminino 20,00/35,00
Pares 20,00/30,00
Dança 18,00/28,00

 

Ordem inicial de apresentação em 2017-2018 


A ordem de apresentação no Grand Prix será a ordem reversa do ranking mundial. Patinam primeiro aqueles que tem pontuação mais baixa no ranking. Os patinadores que não pontuaram serão escolhidos por sorteio.


Sincronizado


Haverá alguns testes nas competições de 2017 - 2018 com times compostos com menos de 16 atletas, como é o padrão para a categoria.


Candidaturas para eventos futuros




Por hoje é só.

Até mais!
 

Review | Sonhos no Gelo

sábado, 17 de junho de 2017
Olá, tudo bem?


Fonte

Já falamos um pouco sobre filmes de patinação aqui e aqui. Hoje vamos falar de uma das obras mais conhecidas. É o filme Sonhos no Gelo, produzido pela Disney. Em inglês o nome combina mais com a Disney: Ice Princess.

A trama conta a história de Casey Carlyle, uma adolescente comum que precisa de um projeto para tentar entrar na faculdade onde quer cursar algo relacionado ao campo da fisica. Casey teve a ideia de participar de treinos de patinação para fazer o projeto. Mas ela não sabia que iria se apaixonar perdidamente pelo esporte.

A história segue mostrando a luta e as dificuldades de Casey com a mãe, a treinadora e com as outras atletas. 

O filme é um drama adolescente bem ao estilo Disney, em que os protagonistas lutam para conquistar seus sonhos. O diferencial aqui é que a protagonista em determinado momento fica sem ninguém para apoiá-la e tem que continuar sozinha. Ela também tem alguma dificuldade em evoluir no próprio esporte, ao contrário de alguns casos em que o protagonista simplesmente é um gênio e faz as coisas sem precisar treinar.

A parte de patinação é muito criticada por mostrar uma garota do colegial começando a patinar e logo partindo para as competições. Isso é impossível na vida real. Mas depois de ver um filme em que alguém treina 3 meses e vai para as Olimpíadas, essa licença poética é até aceitável. As apresentações do filme são bem razoáveis. Várias patinadoras profissionais fizeram papéis no filme, como Kirsten Olson (faz Nikki Fletcher, a "pipoquinha") e Juliana Cannarozzo (faz Zoe Bloch). 

Michelle Trachtenberg, que fez o papel de Casey, não sabia patinar bem e teve que treinar por 8 meses, 5 horas por dia, 5 dias por semana, fora o treino de balé e de coreografia. Ela praticamente treinava como uma atleta. Apesar disso, muito do que vemos no filme é obra de dublê.

O filme contou com roteiro de Meg Cabot, famosa pela série O Diário da Princesa. 

Esse filme já passou várias vezes na TV, o que provavelmente o torna uma porta de entrada para a patinação para muita gente. E quem realmente gosta de patinação entende muito bem porque Casey está disposta a fazer tudo para continuar patinando. E pra mim essa é a parte que mais "pega" do filme. Afinal, esse amor ao esporte é algo muito verdadeiro.

Para quem espera um filme extremamente real, talvez esse não seja a obra certa. Mas quem gosta do estilo Disney e quer ver um filme mais despretensioso, Sonhos no Gelo pode garantir bons momentos de diversão.

Até mais!

Elementos específicos dos pares

quarta-feira, 14 de junho de 2017
Olá, tudo bem?
Hoje vamos falar um pouco sobre uma categoria que tem vários elementos em comum com a modalidade individual, mas que tem várias características diferentes. Estamos nos referindo aos pares. Veremos de forma mais geral alguns elementos específicos dessa categoria, que posteriormente serão tratados de forma mais específica. Então, vamos a esses elementos.

 

 

Levantamentos (twists)

 

Os levantamentos são uma parte importante da apresentação dos pares. Ao contrário da dança, aqui é possível levantar a patinadora acima da cabeça do patinador. Esse elemento é um dos motivos pelos quais geralmente se busca formar um par com parceiros de alturas e pesos bem diferentes. Há uma série de classificações relacionadas aos levantamentos. 
Podemos ver um exemplo de levantamento aqui.
 

Twist lifts 

 

Essa é uma modalidade especial de levantamento na qual a patinadora é arremessada e gira no ar antes de descer. Podemos ver um exemplo aqui.

 

 

Sequência de espiral de pares

 

A espiral é um elemento no qual o patinador desliza com um pé no gelo e ergue o outro acima da cintura. A diferença nos pares é que ambos realizam o movimento ao mesmo tempo. Eles tanto podem fazer a mesma espiral (como é o caso da foto ilustrativa) ou realizarem espirais diferentes.

 
Fonte

 

Salto lançado (Throw jump)


O salto lançado é realizado com o auxílio do homem, que lança a parceira para o alto. Ela realiza as rotações e pousa. Podemos ver um exemplo aqui.

Salto lado a lado


Aqui os patinadores realizam o mesmo salto ao mesmo tempo. É importante manter a sincronia.

Fonte

Spin de pares


Nesse elemento, os patinadores fazem o spin juntos, girando em torno de um eixo entre eles. Um exemplo pode ser visto aqui.

Espiral da morte (Death spiral)


É um dos elementos mais marcantes dos pares. O homem foca na posição de pivô, com um pé ancorado no gelo. Ele segura a mão da mulher, que vai girando rente ao gelo. Um exemplo pode ser visto aqui.



Hoje ficamos por aqui. 
Até mais!

Carolina Kostner

quarta-feira, 7 de junho de 2017
Olá, tudo bem?


Hoje vamos falar sobre Carolina Kostner, atual medalhista de bronze nas Olimpíadas na categoria feminina.

Fonte

Carolina nasceu em Bolzano, na Itália, em 8 de fevereiro de 1987. É filha de uma patinadora e de um jogador de hockey. Seu irmão, Simon Kostner, é jogador de hockey profissional e já chegou a atuar pela seleção italiana.

A sua carreira de patinadora começou quando ela tinha 4 anos. Após um tempo, Carolina passou a treinar com Michael Huth, em Oberstdorf, na Alemanha.

Na temporada 2002/2003 conseguiu a medalha de bronze no Mundial Junior, além de ter estreado no sênior com um quarto lugar no Campeonato Europeu.

Em 2004/2005, conseguiu a primeira medalha em um evento internacional, um bronze no Campeonato Mundial.

A temporada seguinte marcou a primeira participação dela nas Olimpíadas. Carolina foi a porta-bandeira da Itália nos Jogos de Turim. Patinar em casa não ajudou Carolina, que ficou apenas em nono lugar. Em compensação, ela conseguiu mais uma medalha em uma competição internacional: um bronze no Campeonato Europeu.

Em 2006/2007, Carolina ganhou seu primeiro ouro no Campeonato Europeu. A temporada seguinte trouxe além do segundo ouro nessa competição, um bronze no Grand Prix e uma prata no Mundial.

Em 2008/2009, ela perdeu o reinado no Europeu, ficando com a medalha de prata, além de um bronze no Grand Prix. O Mundial foi um desastre: após falhar em executar com perfeição todos os triplos, Carolina terminou em décimo segundo lugar, fazendo com que a Itália tivesse apenas uma vaga nos Jogos Olímpicos. O fracasso fez com que trocasse de técnico e de local de treinamento, indo para a Califórnia para ser treinada por Frank Carroll.

A troca não surtiu muito efeito. Em 2009/2010, ela teve más atuações nas primeiras competições da temporada e abandonou o técnico. Carolina chegou a ser superada no Campeonato Italiano, o que quase a tirou das Olimpíadas. Porém, ela acabou vencendo novamente o Campeonato Europeu e garantiu o passaporte para os Jogos de Vancouver. Na competição, ela terminou o programa curto em sétimo lugar, ficando há poucos pontos da quarta colocada. Mas o programa longo trouxe um novo desastre, a deixando em décimo nono lugar no longo e décimo sexto no total.

Esse novo fracasso fez com que Carolina (então com 23 anos) considerasse deixar as competições. Depois de pensar muito, ela chegou a conclusão que continuaria patinando, mas com uma perspectiva diferente. Em vez da grande pressão por resultados, ela iria simplesmente focar no seu amor pela patinação e na parte artística, tentando não se fixar tanto nas medalhas. Além disso, ela voltou a trabalhar com com Michael Huth, em Oberstdorf.

Na temporada 2010/2011,  ela conseguiu a medalha de prata no Grand Prix e de bronze no Mundial. O desempenho melhorou mais ainda em 2011/2012: Carolina venceu o Europeu, o Grand Prix e o Mundial, se tornando a primeira italiana a ganhar os dois últimos.

Em 2012/2013, Carolina pensou em se aposentar, mas voltou atrás e resolveu ficar até as Olimpíadas. Por isso, não houve tempo para se preparar para o Grand Prix, não participando da competição. Venceu novamente o Europeu e conseguiu a prata no Mundial.

A temporada de 2013/2014 trouxe a terceira chance para Carolina brilhar nas Olimpíadas. Antes, conseguiu mais um pódio no Europeu, dessa vez com a medalha de bronze. Nos Jogos de Sochi, ela finalmente teve uma atuação consistente tanto no programa curto quanto no longo e acabou ficando com a medalha de bronze. Foi a primeira medalha olímpica conquistada por uma italiana na categoria feminina de patinação.

Carolina fechou o ano com uma medalha de bronze no Mundial, apesar de ter tido uma má apresentação no programa longo.

Em 2014/2015, Carolina resolveu não participar das competições. No início de 2015, ela acabou se envolvendo em um escândalo de doping. Foi acusada de ajudar em 2012 seu namorado, Alex Schwazer, a escapar do exame antidoping, supostamente encobrindo suas atividades. Embora  tenha negado as acusações, ela acabou sendo suspensa das competições até o início de 2016.

Esse caso pareceu encerrar de vez a carreira dela. Mas surpreendentemente, ela anunciou que voltaria às competições na temporada 2016/2017. Nessa temporada ela ganhou sua décima medalha em um Campeonato Europeu, um bronze. Ela é no momento a patinadora que mais vezes ganhou medalha nesse torneio.

Carolina tem um porte um pouco mais alto do que o comum para uma patinadora, com seu ponto de equilíbrio levemente mais alto. O que poderia ser uma desvantagem, acaba sendo um diferencial. Além disso, tem a parte artística muito forte. Por outro lado, tem se mostrado uma atleta muito irregular, com tendência a falhar em períodos de muita pressão. Esse aspecto psicológico melhorou muito após ela mudar sua maneira de encarar o esporte. Hoje, ela já conquistou tudo o que podia e continua apenas porque gosta de patinar. É uma maneira interessante de lidar com as pressões sem ser engolida por elas.

Além das competições, Carolina também se apresenta em vários shows. Gosta da cultura japonesa, principalmente o conceito de kaizen, uma espécie de aprimoramento constante.


Por hoje é só. Caso tenham algum patinador (ou dupla) preferido para fazermos novas postagens sobre atleta, não deixem de falar.

Até mais!

Grand Prix 2017 | informações

sábado, 3 de junho de 2017
Olá, tudo bem?

As datas do Grand Prix da próxima temporada já saíram. Esse evento será especial, pois para muitos países o Grand Prix conta para a escolha do time que será enviado para as Olimpíadas. Além disso, poderemos ver os programas que os patinadores apresentarão em Pyeongchang.

Fonte


Seguem as datas:







A final será entre os dias 7 e 10 de dezembro, em Nagoya, no Japão.

E então, estão animados para o Grand Prix?

Até mais!

Review | pista Américas on Ice, Rio de Janeiro

sábado, 27 de maio de 2017
Olá, tudo bem?


Hoje vamos fazer mais um review de pista. Dessa vez vamos falar do Estação  on Ice, do Américas Shopping, no Rio de Janeiro. Neste review, não vamos dar notas, pois chegam a conclusão de que simplesmente não dá para comparar pistas com propostas completamente diferentes. Um ginásio de gelo, principalmente de tamanho olímpico, sempre vai estar há léguas de distância de uma pista de shopping. Mas é meio injusto avaliar as duas com o mesmo critério, pois uma tem muito pouco a ver com a outra. Acho que as pessoas tem mais a ganhar com o que falamos de objetivo, mais do que com notas subjetivas.

Fonte



Também tem aulas de patinação, o que torna um lugar um pouco mais agradável e aberto para quem quer realmente aprender a patinar

Fomos apenas uma vez lá e faz um tempinho. Por isso pode ser que algumas coisas tenham mudado.

Infelizmente, ainda está bem longe do padrão de uma pista de competição e tem pilastras no meio dela, o que atrapalha um pouco. Mas considerando que é uma pista de shopping, o gelo é bem cuidado e até que o tamanho é razoável. Ela acaba quebrando o galho do pessoal do Rio que quer patinar de forma mais séria e não tem onde treinar.

Os funcionários foram bem atenciosos e gentis, o que costuma ser raro nas pistas (embora ultimamente eu esteja dando mais sorte nesse quesito).

Os equipamentos seguem aquele padrão de shopping. Capacetes, joelheiras e cotoveleiras são obrigatórias (para profundo desgosto de todo mundo que vê patinação como um esporte). Também é obrigatório o uso de luvas, então é altamente aconselhável levar as suas próprias, pois via de regra esses equipamentos para empréstimo não são as coisas mais limpas do mundo. Lá eles dão uns plásticos de proteção, mas ainda é nojento.

Os patins eram razoáveis. Não eram os piores que já pegamos em empréstimo mas estavam longe de serem os piores.

Um detalhe: quando fomos a pista estava quase toda vazia, o que foi uma maravilha. 

Para quem está no Rio, pode valer a pena conhecer, pois é uma pista de shopping bem arrumada. Mas se preparem: o Recreio dos Bandeirantes é um bairro bem afastado, a não ser que você esteja na região da Barra da Tijuca.


Até mais!





Top 5 | Melhores programas longos da temporada 2016-2017

quarta-feira, 17 de maio de 2017
Olá, tudo bem?

Fonte

Hoje vamos falar sobre os programas longos que mais gostamos de toda temporada. Não é uma lista técnica, e sim gosto pessoal. Nós optamos por não colocar uma ordem. Sem mais demora, aqui estão os programas:

Satoko Miyahara - Final do Grand Prix




Satoko não foi bem no início da temporada, mas acertou em cheio o seu belo programa longo, que foi bem diferente e interessante. Pena que não pudemos vê-lo no resto da temporada, já que ela se machucou e ficou fora do Mundial. Bem que ela podia repetir para a próxima temporada.


Evgenia Medvedeva - Mundial




 Achei especialmente interessante no programa da Evgenia que dependendo do dia, a mensagem no telefone no fim do programa podia ser positiva ou negativa. Destaque também para a combinação 3-3-3 que ela chegou a apresentar algumas vezes, embora não tenha sido contada na pontuação.


Nathan Chen - Campeonato dos Quatro Continentes




Nathan conseguiu bater Yuzuru Hanyu com um programa de cinco quádruplos no Campeonato dos Quatro Continentes e se afirmou como um dos favoritos em qualquer campeonato. Foi um momento marcante. E também gostamos bastante da música escolhida.


 Yuzuru Hanyu - Mundial




Foi difícil ver Yuzuru Hanyu apresentar um programa limpo na temporada. Mas no longo do mundial ele finalmente mostrou o que todos queriam ver. Foi uma apresentação impecável, que o fez quebrar o recorde mundial do programa longo. A música também é linda.


Mai Mihara - Mundial




Depois de ir mal no curto, Mai Mihara conseguiu se superar em seu primeiro mundial. Ela fez um programa longo lindo. Nós adoramos os filmes da Disney e realmente é muito bom ver alguém patinando tão bem com uma música dessas. Foi um momento muito emocionante. E pensar que ela teve uma lesão séria ano passado e correu o risco de nunca mais patinar. Isso tem tudo a ver com o espírito de Cinderella.


E então, gostaram da lista? 
Quais programas longos vocês mais gostaram em toda a temporada?
Para ver quais foram os programas curtos que mais gostamos clique aqui :)

Até mais!




Shoma Uno

segunda-feira, 15 de maio de 2017
Olá, tudo bem?

Hoje vamos falar sobre o japonês Shoma Uno, que apesar da pouca idade já está entre os melhores patinadores da atualidade.
Shoma Uno nasceu em Nagoya no ano de 1997. Começou a patinar com 5 anos, passando a treinar no rink de Nagoya, o mesmo que produziu as campeãs Midori Ito, Miki Ando e Mao Asada. Algumas de suas primeiras impressões no gelo são dele tentando seguir Mao, que treinava lá naquela época.

Seu primeiro bom resultado foi um terceiro lugar no campeonato japonês júnior de patinação da temporada 2009/2010. Dois anos mais tarde, Shoma conseguiu duas medalhas nas Olimpíadas da Juventude: prata na categoria masculina e ouro nos times.  As medalhas no Mundial Júnior e na final do Grand Prix vieram mais tarde, na temporada 14/15. Nessa temporada, Shoma obteve o recorde júnior de programa curto, que detém até hoje.

A ida para os profissionais foi muito bem sucedida. Logo na primeira temporada chegou na final do Grand Prix e obteve a medalha de bronze, disputando contra patinadores consagrados e experientes como Patrick Chan, Yuzuru Hanyu e Javier Fernández. Após um quarto lugar no Campeonato dos Quadro Continentes, Shoma teve sua primeira grande decepção como profissional: uma má apresentação no programa longo o deixou apenas na sétima posição do Mundial.

Fonte


Mais experiente e disposto a dar a volta por cima, Shoma teve uma atuação ainda melhor na temporada 16/17. Repetiu o terceiro lugar na final do Grand Prix, conseguiu a medalha de bronze no Campeonato dos Quatro Continentes, venceu o Nacional Japonês e também fez parte do time campeão no Troféu Mundial de Times. Mas sua grande conquista talvez tenha sido o segundo lugar no Mundial, mostrando que a distância entre ele e Yuzuru Hanyu diminuiu desde o último ano.

Shoma foi o primeiro atleta a conseguir pousar o quádruplo flip em uma competição. Ele atualmente tem 6 quádruplos em seus programas; 4 no longo e 2 no curto.


Uno é bastante tímido e diz que nunca foi bom em outros esportes além da patinação. Seu ídolo é Daisuki Takahashi. Uno admira a parte artística das apresentações dele e tenta vencer a timidez para fazer programas com mais elementos artísticos.


Hoje ficamos por aqui. 
Estamos sempre aceitando sugestões de patinadores para este tipo de post.

Até mais!
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Layback spin e Biellmann

sábado, 6 de maio de 2017
Olá, tudo bem?

Hoje vamos continuar falando sobre os spins. Dessa vez, veremos os layback spins, uma espécie muito bonita e difícil de spin, além do Biellmann, um elemento muito marcante da patinação. É necessária grande flexibilidade e geralmente é realizado pelas mulheres, mas há homens que também executam bem o movimento.

Layback spin


O layback clássico é feito com um pé, enquanto o corpo se reclina para trás da cintura e com mãos acima da cabeça.

Fonte

A entrada do layback é feita de forma similar ao forward scratch spin, a não ser pela perna livre, que começa na frente e depois vai para trás do patinador.

Da posição do upright spin, a parte superior do corpo vai para a posição oposta da perna livre, até se posicionar atrás da perna que está patinando em uma posição aberta. A posição ideal da perna livre é bem atrás da perna que está patinando, com o joelho na mesma altura ou um pouco superior ao pé livre.

É possível encontrar uma série de vídeos explicando os passos até chegar ao spin no Youtube, como esse daqui.

As posições criativas durante o spin são encorajadas. Há uma lista de alguns padrões disponíveis com fotos nessa página.

O julgamento dos spins a fim de definir o nível depende de alguns fatores. Os fatores gerais são usados em qualquer spin e são os seguintes:

1 - Variações difíceis
2 - Mudança de pé por salto
3 - Salto sem spin sem mudança de pé
4 - Variação difícil da entrada do flying/pouso com o mesmo pé no salto ou mudança de pé no pouso com um flying sit spin
5 - Entrada de costas
6 - Mudança clara de lâmina
7 - Todas as três posições básicas em cada pé
8 - Ambas as direções imediatamente seguidas uma da outra no sit ou camel spin
9 - Claro aumento de velocidade no camel, sit, layback ou Biellmann
10 - Ao menos 8 voltas sem mudança de posição/variação de pé ou lâmina

Os padrões específicos do layback spin são:

 
1 - Mudança clara na posição com pelo menos 3 voltas em cada uma
2 - Biellmann bem após o layback


Alguns critérios para o spin receber GOE positivo são:

1 - Boa velocidade ou aceleração durante spin
2 - Habilidade de centrar o spin rápido
3 -  Rotação balanceada em todas as posições
4 - Número de giros mais do que requerido
5 - Boa posição
6 - Criatividade e originalidade
7 - Bom controle durante todas as fases
8 - Harmonia com a estrutura musical

Para GOE negativo são contados
1 - Queda (-3)
2 - Posição não atingida (-2 e -3)
3 - Tocar o solo com ambas as mãos (-2)

Pontuação

 

A pontuação é contada da seguinte forma:




Biellmann


O Biellmann leva o nome da patinadora Denise Biellmann, que popularizou o movimento na década de 70. Outras patinadoras já o haviam realizado antes, como Cecilia Colledge, em 1937.
Embora possamos dizer que o Biellmann é uma outra modalidade de spin, na pontuação não há uma tabela específica para o Billmann, que é computado como uma variação difícil do layback ou do upright. Sendo assim, a pontuação entra nas tabelas desses dois tipos de salto. 

O Biellmann é um dos elementos mais bonitos e mais marcantes da patinação artística, sendo frequentemente usado como símbolo para o esporte, como podemos ver abaixo.

Fonte

O elemento é muito mais utilizado por mulheres, já que demanda grande flexibilidade. Mas há alguns homens que também apresentam o spin em seus programas, como Yuzuru Hanyu.


Fonte

A entrada do Biellman é a mesma do forward scratch spin. Começa com o crossover de costas, com saída no fio interno do pé direito e o pé esquerdo estendido atrás do corpo. O pé livre entra no círculo em um ângulo forte na lâmina frontal externa. Após o início do spin, o pé livre se dobra para trás e o patinador segura a lâmina com a mão direita, elevando a perna cada vez mais para cima. A outra mão também vai até a lâmina para ajudar na elevação (embora exista uma variação de Biellmann com apenas uma mão). Há duas outras variações: o pé livre para frente e o pé livre para o lado.


Fonte
 
Fonte

Há alguns vídeos interessantes ensinando a fazer um Biellmann, como esse daqui. Dá para ter uma ideia do quão difícil é chegar até essa posição, sendo necessário treinar muito a flexibilidade primeiro.

Nesse vídeo aqui podemos ver spins Biellmann de vários atletas, incluindo uma execução com apenas uma das mãos.

Por hoje ficamos por aqui. Continuaremos a ver outros spins no futuro.

Até mais!



Disney on Ice 2017

segunda-feira, 1 de maio de 2017
Olá, tudo bem?

Já falamos aqui sobre o Disney on Ice, espetáculo de patinação mais famoso a se apresentar no Brasil. Em 2017, o show Festival Mágico no Gelo trará apresentações relacionadas às seguintes animações da Disney: Frozen, A Pequena Sereia, Enrolados e A Bela e a Fera. Mais informações podem ser vistas na página do evento. É possível comprar ingressos nos links localizados nesta página.

Fonte

Até agora estão confirmadas as seguintes cidades:


Porto Alegre - 23/5/2017 - 28/5/2017
Ginário Gigantinho

São Paulo - 31/5/2017 - 8/6/2017
Ginário do Ibirapuera

Rio de Janeiro - 14/6/2017 - 18/6/2017
Jeunesse Arena
Brasília - 23/6/2017 - 25/6/2017
Ginásio Nilson Nelson


Caso a sua cidade não esteja aqui, eu aconselho a acompanhar a página do evento, pois eles ainda estão incluindo mais locais. Ano passado houve shows em outras cidades, como Belo Horizonte e Fortaleza.

Os preços variam muito de cidade para cidade e de setor, então aconselho a entrar na página para escolher a melhor opção.


E aí, alguém vai ao evento? O que esperam do show esse ano?

Até mais!


| Este post não é um publieditorial |

Gabriella Papadakis e Guillaume Cizeron

sábado, 29 de abril de 2017
Olá, tudo bem?

Hoje vamos falar sobre os atletas franceses Gabriella Papadakis e Guillaume Cizeron.

Fonte

Gabriella Papadakis nasceu em 1995, em Clemont-Ferrand. Guillaume nasceu na cidade de Montbrison, em 1994. É filho do dono do Auvergne Clermont Dance Club Ice, na cidade de
Clemont-Ferrand.

Ao contrário de alguns patinadores, que possuem muitos parceiros de dupla ao longo dos anos, eles estão juntos desde os 8 e 9 anos. Foi a mãe de Gabriella, Catherine, quem percebeu o potencial. Ela foi a primeira treinadora da dupla.
O primeiro mundial júnior foi no ano de 2010 e a dupla terminou na 22ª posição. Com o passar dos anos, eles foram evoluindo. No mundial de 2011 eles terminaram em 12º, em 2012 em 5º e em 2013 em 2º. Na temporada 2013-2014 eles fizeram a estreia no profissional. O destaque foi a 2ª posição no campeonato francês. Eles não estiveram nas Olimpíadas de Sochi. Ainda em 2014, eles passaram a treinar no Canadá.

Na temporada seguinte a dupla teve uma grande evolução. Conseguiram um 3º lugar na final do Grand Prix de 2014 e vitórias no Europeu e no Mundial de 2015. Infelizmente, a dupla sofreu um sério problema ainda nesse ano. Gabrielle caiu durante um treino e machucou a cabeça. Ela ficou imóvel por um longo tempo no gelo, sem ser capaz de se mover ou falar nada. Mesmo depois de socorrida, a lesão causou problemas de equilíbrio e na fala.

Felizmente, Gabrielle não só recuperou a saúde como pôde voltar às competições. Em 2016, eles voltaram a vencer o Europeu e o Mundial.

Na temporada 2016-2017 a dupla viu sua liderança ser ameaçada pela dupla Tessa Virtue/Scott Moir, que voltaram da aposentadoria. Os canadenses venceram os franceses tanto na final do Grand Prix quanto no Mundial. Apesar disso, a dupla conseguiu quebrar o recorde do programa longo no Mundial, com 119,51. Esse resultado dá esperanças de que a jovem dupla eventualmente consiga vencer Virtue/Moir, que até aqui parecem imbatíveis.

Comparando os dois com os outros patinadores que já falamos aqui, dá para perceber que na dança o timing é diferente. Geralmente, o amadurecimento é mais lento, de forma que os patinadores são mais velhos quando se tornam competitivos. Essa é uma vantagem da dupla francesa: eles ainda são jovens e mesmo assim já estão obtendo ótimos resultados.

Gabrielle e Guillaume tem personalidades bem diferentes. Ela é mais tímida, tem problemas de concentração e é mais sonhadora. Ele é realista e geralmente fala muito mais nas entrevistas. Essa diferença poderia gerar conflitos, mas acaba fazendo com que se complementem. Eles raramente se desentendem.

A dupla tem buscado por apresentações diferentes do normal, experimentando coisas novas e deixando de lado os clichês das provas de dança.

Uma curiosidade interessante é que Papadakis/Cizeron treinam no mesmo local que seus maiores rivais, a dupla Virtue/Moir. Apesar da rivalidade, eles tem boas relações.


E então, qual patinadores vocês querem ver a seguir?

Até mais!

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