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PyeongChang | Evento masculino

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
Olá, tudo bem?

Após os pares, o evento masculino é o próximo. Nos times, tivemos Shoma Uno liderando no curto e Patrick Chan no longo, mas apenas 10 atletas participaram do curto e 5 no longo. Agora, teremos 30 atletas ao todo participando da competição.

A SporTV2 passa o curto inteiro e a Globo provavelmente vai passar a partir de 0:22 (eles colocam na programação "Olimpíadas de Inverno", então não tem como saber se vão passar outros esportes também).


Fonte
Da esquerda para direita: Shoma Uno, Yuzuru Hanyu, Javier Fernandez, Nathan Chen, Adam Rippon e Patrick Chan


Qual é a ordem de início?

Curto
15/2/2018 - 23:00



 Dos 10 atletas iniciais, recomendo prestar atenção em Vincent Zhou e Matteo Rizzo. Vincent se classificou para as Olimpíadas com uma boa atuação no Nacional dos EUA, batendo nomes como Adam Rippon e Jason Brown, além de ter um título de Mundial Junior no currículo. Rizzo participou do evento de times há alguns dias atrás e teve uma boa atuação, levando a Itália para a 5ª posição.

De 11 a 20 temos Morisi Kvitelashvili, treinado pela Eteri Tutberidze (mesma treinadora de Evgenia Medvedeva e Alina Zagitova). O atleta georgiano de vez em quando tem algumas atuações interessantes. Misha Ge tem apresentações muito bonitas de se ver e vale a pena ser assitido. Recentemente, conseguiu um 3º lugar no GP Internationaux de France 2017. Adam Rippon se apresenta em 19º e tem em seu currículo 2 participações consecutivas na final do Grand Prix. Dimitri Aliev é um jovem atleta russo que tem um 2º lugar no Mundial Junior e recentemente ficou em 2º lugar no Europeu.

De 21 a 30

Aqui estão todos os favoritos para as medalhas. Já falamos um pouco deles aqui. E os atletas dos quais não falamos também valem  a pena ser assistidos. Patrick Chan, apesar de brigar com os saltos, tem componentes bem interessantes. Façam um exercício: prestem atenção nos patins dele, no uso dos fios e nos movimentos. Keiji Tanaka foi mal no evento de times, mas teve participações bem interessantes no 4CC e no Nacional japonês. Alexei Bychenko deu um show no evento de times, ficando atrás apenas de Shouma Uno. Deniss Vasiljevs ficou em 4º lugar no Europeu.


Longo
16/2/2018 - 23:00




Quais os programas esperados dos favoritos?
Com base nas notas da última apresentação de cada atleta favorito, vamos apresentar um roteiro do programa apresentado por eles. Lembrando que os programas podem ser modificados em cada apresentação. Mas já dá para ter ideia do que podemos esperar de cada um. Em caso de dúvida sobre as abreviaturas utilizadas, temos a página com um guia sobre termos, regras e pontuação de patinação.


Yuzuru Hanyu
Curto




Longo

Obs: O elemento 7 foi planejado como um 4T em vez de um 2T


Nathan Chen

Curto
Obs: O elemento 1 provavelmente foi planejado como um 4F+3T e o elemento 4 foi planejado como um 4T em vez de um 2T

Longo
Obs: O elemento 3 foi planejado como um 4S em vez de 2S


Shoma Uno

Curto



Longo



Javier Fernandez

Curto



Longo


Obs: Notem que o elemento 10 recebeu um grande desconto por causa da execução mal feita (esse layout é do Europeu 2018). O 3F vale originalmente 5,3 pontos


Boyang Jin
Curto



Longo





Mikhail Kolyada

Curto
Obs: O elemento 4 foi planejado como um 3 ou 4T em vez de um 2T


Longo


Obs: O elemento 10 foi planejado como um 3A em vez de um 2A


Resultados

Curto



Longo





Para mais informações acessem o site oficial das olimpíadas e fiquem de olho no blog e nas redes sociais, pois sempre atualizamos o mais rápido possível.
 
Para quem vocês estão torcendo?
Bom evento para todos!


Vagas para as Olimpíadas | quem os países podem enviar?

quarta-feira, 5 de abril de 2017
Olá, tudo bem?
Com o final do Mundial 2017, temos definidas boa parte das vagas das Olimpíadas. Conforme já demonstrado nesse post, as vagas são escolhidas por país. Os atletas que vão preencher esses lugares ainda serão definidos, provavelmente no final do ano. Mas, com base no atual estado dos patinadores, podemos chutar quem seria eleito hoje em dia para ir para Pyeongchang. 

Lembramos que nem todos os lugares foram definidos: as vagas restantes serão disputadas no Troféu Nebelhorn, na temporada que vem.

Então, vamos às vagas e aos prováveis escolhidos:


Feminino


Rússia - 3 vagas

Evgenia Medvedeva, Anna Pogorilaya e Maria Sotskova || Elena Radionova || Alina Zagitova

Evgenia dispensa apresentações. Embora Anna tenha tido problemas no Mundial, sua temporada termina com um saldo muito positivo, merecendo a segunda vaga. Embora Maria atualmente esteja com a terceira vaga da equipe, Elena é uma concorrente forte e Alina pode subir para o sênior e conseguir a terceira vaga.

EUA - 3 vagas

Ashley Wagner, Karen Chen e Polina Edmunds

Polina teve muitos problemas de contusão, mas quando está competindo tende a bater Mariah Bell pela terceira vaga. Gracie Gold está em péssima forma, então teremos que ver se consegue se recuperar no futuro e conseguir uma vaga.

Canadá - 3 vagas

Kaetlyn Osmond, Gabrielle Daleman e Alaine Chartrand

Pouco a comentar. São as 3 melhores do Canadá na atualidade.

Japão - 2 vagas

Satoko Miyahara e Mai Mihara

Temos Marin Honda, que pode subir para o sênior, mas atualmente eu considero esse o time mais provável.

Itália - 2 vagas

Carolina Kostner e Roberta Rodegiero

Cazaquistão - 2 vagas

Elizabet Tursynbaeva e Aiza Mambekova

Coréia do Sul - 2 vagas

So-youn Park e Dabin Choi 

China - 1 vaga

Zijun Li

França - 1 vaga

Laurine Lecavelier

Alemanha - 1 vaga

Nicole Schott

Hungria - 1 vaga

Ivett Toth

Letônia - 1 vaga

Angelina Kuchvalska

Eslováquia - 1 vaga

Nicole Rajicova

Bélgica

Lorena Hendrickx

Masculino


Japão - 3 vagas

Yuzuru Hanyu, Shouma Uno e Kenji Tanaka || Takahito Mura

A maior dúvida é sobre a terceira vaga. Keiji e Takahito costumam se revezar na terceira vaga japonesa.

EUA - 3 vagas

Nathan Chen, Jason Brown e Adam Rippon

Canadá - 2 vagas

Patrick Chan e Kevin Reynolds

China - 2 vagas

Boyang Jin e Han Yan

Israel - 2 vagas

Alexei Bychenko e Daniel Samohin

Rússia - 2 vagas

Mikhail Kolyada e  Maxim Kovtun || Alexander Samarin

Alexander foi o segundo lugar do campeonato russo e pode conquistar uma vaga se subir para o sênior.

Espanha - 2 vagas

Javier Fernandez e Javier Raya

Austrália - 1 vaga

Brendan Kerry

República Checa - 1 vaga

Michel Brezina

França - 1 vaga

Chafik Besseghier

Geórgia - 1 vaga

Moris Kvitelashvili

Alemanha - 1 vaga

Paul Fentz

Cazaquistão - 1 vaga

Denis Ten

Letônia - 1 vaga

Denis Vasiljevs

Uzbequistão
Misha Ge

Se Misha se aposentar, não sei quem poderia ficar com a vaga.


Pares


Canadá - 3 vagas

Meagan Duhamel / Eric Radford, Liubov Ilyushechkina / Dylan Moscovitch e Julianne Séguin / Charlie Bilodeau

China - 3 vagas

Sui Wenjing / Han Cong, Yu Xiaoyu / Zhang Hao e Cheng Peng / Yang Jin

Rússia - 3 vagas

Ksenia Stolbova / Fedor Klimov, Evgenia Tarasova / Vladimir Morozov e Natalia Zabiiako / Alexander Enbert

França - 2 vagas

Vanessa James / Morgan Cipres e Lola Esbrat / Andrei Novoselov

Alemanha - 2 vagas

Aliona Savchenko / Bruno Massot e Minerva Fabienne Hase / Nolan Seegert

Itália - 2 vagas

Nicole Della Monica / Matteo Guarise e Valentina Marchei / Ondřej Hotárek

EUA - 1 par

Haven Denney / Brandon Frazier

Dança


Canadá - 3 duplas

Tessa Virtue / Scott Moir, Kaitlyn Weaver / Andrew Poje e Piper Gilles / Paul Poirier

EUA - 3 duplas

Madison Chock / Evan Bates, Madison Hubbell / Zachary Donohue e Maia Shibutani / Alex Shibutani

França - 2 duplas

Gabriella Papadakis / Guillaume Cizeron e Marie-Jade Lauriault / Romain Le Gac

Itália - 2 duplas

Anna Cappellini / Luca Lanotte e Charlène Guignard / Marco Fabbri

Rússia - 2 duplas

Ekaterina Bobrova / Dmitri Soloviev e Alexandra Stepanova / Ivan Bukin

China - 1 dupla

Wang Shiyue / Liu Xinyu

Dinamarca - 1 dupla

Laurence Fournier Beaudry / Nikolaj Sørensen

Israel - 1 dupla

Isabella Tobias / Ilia Tkachenko

Polônia - 1 dupla

Natalia Kaliszek / Maksym Spodyriev

Espanha - 1 dupla

Olivia Smart / Adrià Díaz

Turquia - 1 dupla

Alisa Agafonova / Alper Uçar

Ucrânia - 1 dupla

Oleksandra Nazarova / Maksym Nikitin



E então, faltou alguém nessa lista? Será que teremos muitas surpresas no futuro?

Até mais!

Entrevista | Isadora Williams

quarta-feira, 22 de março de 2017
Olá!

Para o post de hoje fizemos uma entrevista muito especial com a patinadora brasileira Isadora Williams. Ela nos contou sobre sua carreira e expectativas para o Mundial na próxima semana. Isadora competiu nas últimas Olimpíadas de Inverno e busca uma vaga nos jogos do próximo ano. Ela também conseguiu a primeira medalha de ouro para o Brasil na patinação artística no gelo no mês passado. Vamos conferir?




Isadora, primeiramente queremos te parabenizar pela sua conquista recente! Você conquistou a primeira medalha de ouro para o Brasil em uma competição internacional de patinação. Como você está se sentindo?

Esta medalha foi uma grande conquista antes do mundial. Eu estava determinada a conquistar esta medalha, treinei muito e vi que tinha grandes possibilidades. Tenho agora 5 medalhas conquistadas para o Brasil. É uma sensação muito boa subir ao podium e receber a medalha de ouro. 

Como e quando você começou a se interessar pela patinação? Como surgiu a ideia de competir pelo Brasil e qual é a sensação de representar o país?

Eu comecei a patinar desde os 5 anos de idade, comecei com aulas em grupo,  me divertia muito no gelo e daí por diante nunca mais tirei os patins dos meus pés. Por volta dos 9 anos eu comecei a dizer para a minha mãe que queria representar o Brasil, ela achava engraçado. Até que em Novembro de 2009 o meu treinador enviou um vídeo para a CBDG e eu fui convidada para representar o Brasil e no ano seguinte eu fui para a Holanda na minha primeira competição internacional era o campeonato júnior mundial, na época eu já tinha o salto duplo axel.
Representar o Brasil tem muitas alegrias e também grandes desafios. Não tenho patrocínio. Eu conto com apoio da minha confederação a CBDG do Comitê Olímpico Brasileiro e Bolsa Atleta. Como existe a diferença cambial entre o dólar e o real eu  preciso trabalhar nos finais de semana para completar os meus treinos. 




Você participou das Olimpíadas de Sochi e dentro do Brasil acabou ganhando um destaque muito maior do que antes. Toda essa repercussão teve algum impacto na sua rotina?

Sim, teve um impacto enorme perante a mídia. O Brasil se apaixonou pela patinação no gelo, eu recebo mensagens lindas do norte ao Sul do Brasil. Eles me chamam de princesa do gelo, o que para mim é uma honra. A repercussão foi ótima, eu pensei que poderia atrair atenção de futuros patrocinadores mas infelizmente não atraí. Os patrocinadores no Brasil querem atletas de momento, veja o que esta acontecendo com os atletas que participaram da ultima olimpíada de verão. A fama somente não me basta eu preciso de patrocinadores. 

Agora você busca a classificação para os jogos de PyeongChang. Que lições você vai levar da experiência nas últimas Olimpíadas? Quais são as suas expectativas para o Mundial?

Eu tenho boas chances e vou lutar com todas as minhas forças para conseguir a vaga. A conquista de uma vaga olímpica é uma guerra como no filme Jogos Vorazes todas nós estamos famintas pela vaga olímpica. Eu amadureci como pessoa e patinadora, competi mais e mudei para uma  pista de patinação onde posso ter uma qualidade melhor de treinamento e cursar a faculdade ao mesmo tempo. Estou treinando muito e me preparando física e mentalmente para este mundial.

Você tem algum ídolo na patinação artística? Como foi dividir o pódio com a patinadora italiana Carolina Kostner no Golden Spin de 2012?

Sempre tive uma admiração pela  Karolina Kostner. Ela é simplesmente uma atleta maravilhosa. Ela me inspira muito o que a determinação e a força de vontade podem fazer dos seus sonhos uma realidade. Ela conversou muito comigo em Zagreb, me contou dos seus altos e baixos da carreira e foi ali que a minha admiração por ela aumentou.


  Fonte


Quantas horas por dia você treina? Você pratica atividades extras para aprimorar sua patinação (como balé, pilates, musculação...)?

Eu treino de 3 a 4 horas por dia. Faço alongamentos diários, faço academia 2 vezes por semana o que inclui classes de ballet, pilates e musculação. Tenho que dormir cedo e acordar cedo, beber muita agua, ter uma boa alimentação. Tudo isto faz parte da minha rotina. 

Existem atletas que gostam mais de saltos, outros de spins e outros da interpretação. Do que você mais gosta na apresentação?


Eu gosto de saltar, e estou trabalhando muito na minha sequência de piruetas que também é muito importante. Eu também gosto do lado teatral de interpretar a música. 

Um aspecto muito importante na patinação é o equilíbrio emocional. Como você lida com o nervosismo antes das competições?


Não é muito difícil controlar as emoções. Estou fazendo um trabalho psicológico com a minha treinadora Kristen que é formada em Psicologia do Esporte o que esta me ajudando muito. Eu estava tão frustrada por não ter conseguido a pontuação para o Mundial que cada vez que eu ia para uma competição eu entrava num conflito emocional enorme, era uma tormenta mental para mim. E foi aí que o trabalho da Kristen me ajudou muito a não pensar somente na pontuação mas em fazer uma boa apresentação.




Atualmente você está frequentando a universidade e se dedicando à patinação. Ainda estuda português? Como é conciliar o treino com os estudos?

Eu tenho um horário a ser cumprido, tenho horário para tudo. Tenho uma relação complicada com o Português. Eu quero falar fluentemente e sem sotaque. Sei que isto não é possível. Eu falo Português mas não sou fluente, eu gostaria de passar um tempo no Brasil e viver a cultura de uma modo geral. Mas devido aos treinos extensivos e faculdade não é possível.

O que tem a dizer para os brasileiros que sonham em se tornar patinadores?


O Brasil ainda não tem uma pista de patinação com medidas oficiais. A patinação é um esporte maravilhoso tanto a nível de competição ou como de recreação. A nível de recreação não tem idade para começar. A nível profissional tem que começar muito cedo e com treinadores com uma boa formação profissional.  Para ser um patinador com aspirações de uma olimpíada atualmente as melhores condições de treinos são fora do Brasil. 

Você pode deixar uma mensagem para os leitores do Figure Skating Brasil?

Olá galera do Figure Skating Brasil. Conto com vocês na torcida para conquistar a vaga olímpica no Mundial da Finlândia. Torçam por mim. Beijos

Agradecemos muito pela entrevista. Boa sorte no Mundial!






Esperamos muito que vocês tenham gostado de conhecer um pouco mais sobre a Isadora. Ela é uma patinadora muito dedicada. Vamos torcer muito por ela na próxima semana!!! 

 Aproveitamos para deixar nosso agradecimento para a Isadora, que foi muito gentil em nos conceder esta entrevista! :)


Boa noite e até o próximo post!


[Notícias] Aposentadoria, preferências dos patinadores nas Olimpíadas de Verão e Max Aaron usando Rei Leão no programa longo.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Olá, tudo bem? Hoje separei algumas notícias sobre patinação.

Aposentadoria


Uma atleta recentemente anunciou a aposentadoria. É a Gold... mas não foi a Gracie, a atual campeã americana, e sim a sua irmã gêmea, Carly. 

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Carly e Gracie com o técnico

Em seu anúncio, ela conta que foi assistir ao campeonato nacional de patinação quando tinha 10 anos e se encantou pelo esporte. Seu objetivo passou a ser competir pelo campeonato nacional na categoria sênior. Em 2016, seu sonho finalmente se tornou realidade, competindo ao lado da irmã Gracie, que venceu a competição. Ela considerou que havia chegado a sua meta e que era a hora certa de encerrar a carreira.



 Patinadores falam sobre as Olimpíadas de Verão


O site Ice Network falou com alguns patinadores sobre o interesse deles sobre as Olimpíadas de Verão. Meagan Duhamel, uma das melhores atletas de pares, lembrou da ginasta americana Kerri Strug, que machucou o pé e mesmo assim fez um salto para ajudar o time americano nas Olimpíadas de 1996. Max Aaron lembrou das conquistas do nadador Michael Phelps.

O interessante foi ver que o interesse pela ginástica artística é quase unânime. É um esporte bem próximo a patinação, pois envolve saltos, acrobacias e parte artística. Sem contar o julgamento por notas, comum às duas modalidades.

Aliás, a ginástica é um dos esportes que ajudam no desempenho da patinação. A flexibilidade, o equilíbrio e a força que são desenvolvidos pela ginástica são muito bem aproveitados na patinação. Depois teremos um post específico falando sobre esportes cuja prática facilitam o desempenho na patinação.

A notícia completa pode ser vista aqui (em inglês).

Max Aaron se apresenta com programa longo inspirado em Rei Leão


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Fonte



Max Aaron participou do U.S. Collegiate Figure Skating Championships, apresentando pela primeira vez seu programa longo com música de Rei Leão. Ele apresentou um total de 10 saltos, e obteve 150,06. 

Ele ainda não decidiu se vai usar o programa em competições durante a temporada 2016-2017.



Até mais!


A patinação no gelo nas Olimpíadas de verão

domingo, 7 de agosto de 2016
Em tempo de Olimpíadas de Verão, há uma curiosidade muito interessante que pouca gente conhece. Hoje em dia, quando pensamos na patinação artística, logo lembramos de alguns dos melhores momentos das Olimpíadas de Inverno. Mas houve um tempo em que isso era diferente. Mais precisamente, nos Jogos de Londres de 1908, ano em que a patinação estreou nas Olimpíadas... de Verão.

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Fonte


OK, na verdade não era exatamente as Olimpíadas de Verão. A divisão entre Verão e Inverno só aconteceu na década de 20, com os primeiros Jogos Olímpicos de Inverno sendo disputados em 1924, na cidade de Chamonix, França. Antes disso, as Olimpíadas eram um único evento. É o primeiro esporte hoje considerado de inverno a fazer parte dos Jogos foi a patinação artística, sendo em Jogos posteriores seguida por outros esportes, como a patinação de velocidade e o hockey.

No ano de 1908, foram disputadas 4 modalidades: feminina, masculina, pares e figuras especiais para homens. Esse último consistia em fazer desenhos no gelo com a lâmina. Entre os campeões daquele ano, tivemos Ulrich Salchow, criador do salto Salchow, usado ainda hoje nas competições de patinação. Os países vencedores foram Rússia, Suécia, Inglaterra e Alemanha.

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Fonte


Nas Olimpíadas de 1912, a patinação não foi disputada, já que os organizadores queriam incentivar outro evento, o Nortic Games, que era voltado para esportes de inverno.

Em 1916, as Olimpíadas não foram disputadas por causa da I Guerra Mundial. O evento voltou em 1920, na Antuérpia, Bélgica. E a patinação também voltou a ser disputada, agora com as modalidades masculina, feminina e pares. Os europeus continuaram a dominar o evento, com duas vitórias da Suécia e uma da Finlândia.

Em 1924, houve a divisão entre Olimpíadas de Verão e de Inverno. Ao contrário de hoje em dia, os eventos eram disputados no mesmo ano e no mesmo país. A separação foi necessária para que esportes que necessitavam de neve pudessem ser incluídos, já que não era possível que fossem disputados junto com outros esportes de verão. Por não dependerem do clima, a patinação e o hockey não sofriam desse problema e por isso estiveram presentes na época de Olimpíada unificada.

 Apesar da patinação realmente ter mais a ver com as Olimpíadas de Inverno, não dá para deixar de pensar em como seria se ainda hoje tivessemos um evento unificado. Uma vantagem seria poder ver uma competição de patinação de alto nível nas Olimpíadas do Rio. Aposto que muita gente ficaria fã de vez do esporte se pudesse ver pessoalmente, já que essa é uma experiência incrível.

E vocês, já imaginaram como seria uma Olimpíada unificada? Será que a patinação ganharia ainda mais espaço ou ficaria um pouco esquecida em meio a outros esportes famosos?


Até semana que vem!


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